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Who's Afraid Of Virginia Woolf?

Posted by Stella on 00:29 in ,
Elizabeth Taylor and Richard Burton numa cena do filme

Ou, na tradução, Quem Tem Medo de Virginia Woolf?. Original em p&b.
Foi um dos filmes que assisti hoje e o que tive mais trabalho pra acompanhar. Acontece que Stella (
sim, eu sou maluca e falo de mim na terceira pessoa) é uma pessoa... lenta (sacou o eufemismo, né?), apesar desse fato, ela tem diversos problemas com vocabulário e o controle não saiu da mão, principalmente do botão com os dois tracinhos (mas conhecido como pause).
Enfim, excetuando esses pequenos contratempos, o filme é muito bom (
) e eu finalmente entendi a piada do título. É, eu ainda não tinha compreendido que era uma paródia com a musiquinha "who's afraid of the big bad wolf" (o nosso "quem tem medo do lobo mau") isso rendeu ainda um "Eu já sabia" por parte de mamãe para fazer eu me sentir ainda mais ignorante e "lenta".
Chega de falar de mim, vamos falar do filme.


A idéia geral do conflito dentro do casamento, de toda questão de aparências e do inferno de segredos que cada um carrega dentro de si é muito interessante mesmo. E é o que me fez assistir tudinho. Eu precisava saber se alguém morria. Engraçado que apesar do final em aberto, muitas questões pessoais dos personagens são concluídas e até as nossas próprias. A idéia dos "jogos" que o George - personagem de Richard Burton - fazia, nada mais era do que nomear situações que já estavam ocorrendo. Situações que muitas vezes nós mesmos criamos para manter as aparências ou, até mesmo, para acabar com elas. Entre as discussões, conversas e revelações de segredos estava nada mais, nada menos, que o álcool. É claro, o líquido que justifica toda atitude "impensada", o ingrediente para desinibir qualquer um. Tudo bem, na maioria das vezes, é isso mesmo. No entanto, em alguns casos, é apenas a desculpa dos hipócritas. Mas não vamos entrar nesse tópico.
Na minha leiga opinião (
não, eu não penso que sou crítica cinematográfica e nem pretendo ser), o filme que marca a estréia de Mike Nichols no cinema tem altos e baixos. Não daria nota dez - foi mal Liz Taylor! - porque em algumas cenas eu simplesmente bocejava. Acontece que alguns diálogos são muito monótonos e demasiadamente longos. Um 8,5 está de bom tamanho.


É, eu não sou concisa. Pardon me.
Outro filme que assisti hoje foi, o muito comentado, Ratatouille.
Ótimo! Divertido, bem pensado, roteiro maravilhoso, gráficos fantásticos. Não tenho do que reclamar. E eu amo desenhos. Então, tinha que ser bem ruim pra eu não gostar.
Engraçado que a fala que realmente marcou pra mim foi a do "malvado" Anton Ego:

"Not everyone can become a great artist, but a great artist can come from anywhere."


1 Comments


Chick with brains disse...

Traição!
Nem liga pra ver junto, né?
Vou ficar de maus ¬¬
humpf.

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